Luiz Carlos' posts with tag: comportamento
A estrela de "Tomb Raider" disse que tem mais imaginação NATHALIA SALVADO Em São Paulo
A atriz norte-americana Angelina Jolie disse que estar esperando gêmeos melhorou seu desempenho sexual com o marido, o ator Brad Pitt, informou o tablóide inglês "The Sun".
"Gravidez é uma coisa ótima para a vida sexual. Deixa você muito mais criativo. Você acaba se divertindo mais. Como mulher, você se sente mais completa e satisfeita", declarou.
A atriz está grávida de oito meses das gêmeas Isla e Amelie. Angelina e Pitt já têm quatro filhos, os adotivos Maddox, de seis anos, Pax, de quatro e Zahara, de três, e a biológica, Shiloh, de um ano e nove meses.
15/Agosto/2006 Podemos brincar com ele, mas um cão não é um brinquedo. Quando se tornam velhos ou inúteis, os brinquedos podem ser deitados fora ou arrumados a um canto para serem esquecidos. Um cão é um ser vivo com sensibilidade e inteligência. Uma das grandes razões que levam as pessoas a abandonar os animais tem a ver com o facto de nunca terem pensado nas consequências de os ter em casa. Os meus filhos têm medo de cães. Não sei bem porquê - nunca foram mordidos ou assustados quando eram muito pequeninos, mas sempre que um se aproxima sinto-lhes os músculos quase paralisados com a descarga de adrenalina. Eu, que adoro cães, tento tranquilizá-los, demonstrando-lhes que, salvo algumas excepções, são seres amigáveis. Já lhes mostrei livros sobre o assunto. Embora eles se esforçem por controlar o medo e tentem fazer uma festinha a um cão, não conseguem descontrair na presença de um animal. Eu sei muito bem como resolver esse problema. Bastaria poupar uns trocos, dirigir-me a uma loja de animais, escolher um cachorro fofo e querido, e oferecê-lo como se fosse um presente de aniversário. Estou convencido que a convivência diária com o animal seria suficiente para aprenderem a comunicar com ele e, mais importante, a perceberem a forma como o cão comunica com os seres humanos. Infelizmente para mim e para eles, não é uma decisão fácil. Não é só o problema das pulgas e carraças, mas todas as responsabilidades e compromissos que ter um cão implica. A nossa casa é suficientemente espaçosa? Temos um quintal para ele poder correr em liberdade? Quais são os nossos horários de trabalho? Estaremos dispostos a trancar o animal horas a fio numa varanda ou numa marquise até nós chegarmos a casa? E quando formos de férias, onde é que vamos deixar o cão? Levamo-lo connosco? Estaremos dispostos a abdicar de um hotel que não aceita animais? Até que ponto estaremos dispostos a reservar tempo e energia na educação de um cão? Precisamos de, pelo menos, quinze dias para o treinar a fazer as suas necessidades onde queremos - e não onde calha. Até que ponto temos consciência de que vamos ter de gastar dinheiro em consultas no veterinário e em vacinas? Por enquanto não posso oferecer um cão aos meus filhos, por mais que eu queira. A minha nova casa é mais espaçosa, embora não tenha quintal; mas não vejo como poderíamos organizar a nossa vida de forma a poder cuidar de um animal com o respeito e dedicação que merece. Mais vale resistir à tentação agora, enquanto os planos de ter um cão estão apenas na nossa cabeça e ainda não se transformaram numa promessa feita aos miúdos. E se não tivermos vida para ter um cão? Abandonamo-lo como se faz a um brinquedo velho? Desculpem, filhotes. Por enquanto, não. ( Enviado por Marco e arquivado na categoria Pessoal 445 leitura(s) http://bitaites.org/pessoal/queres-mesmo-ter-um-cao
Sex, 11 Abr, 07h12 (BR Press*) - Segundo pesquisa publicada na revista científica britânica Addiction e recém-divulgada pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa, www.cisa.org.br), pessoas que iniciam o uso de bebidas alcoólicas em casa, um pouco antes da balada (comportamento denominado "esquenta", do inglês "warm up"), consomem maior quantidade de álcool e apresentam maior prevalência de problemas do que aquelas que bebem apenas depois de chegar à balada.  Bares e outros estabelecimentos noturnos têm sido os principais alvos das medidas destinadas à redução dos problemas do uso de álcool entre os jovens. Em São Paulo, uma campanha veiculada pela New Ad em banheiros divulga o Movimento Piloto da Vez, liderado por uma marca de uísque. A campanha incentiva que, a cada balada, um amigo assuma a responsabilidade de dirigir com segurança e não beber naquela noite. Embora importante, a contribuição do "esquenta" (quando os jovens iniciam o uso de álcool dentro de suas casas ou em lojas de conveniência de postos de gasolina, pouco antes de saírem para a "balada") tem sido negligenciada, assim como a livre compra de álcool em supermercados e lojas. Com base nesse fato, o artigo Alcohol, Nightlife and Violence, que relaciona violência e crimes depois uma noite regada à bebida, teve o propósito de descobrir se os jovens que fazem o "esquenta" bebem mais ou têm mais problemas do que aqueles que não bebem até atingir o local de encontro. Desse estudo, participaram 380 jovens, de faixa etária entre 18 e 35 anos, entrevistados em 18 bares e estabelecimentos comerciais de Liverpool, na Inglaterra. Mais de 3/4 da amostra (77,4%) relataram beber ao sair para as "baladas", sendo que os homens consomem maior quantidade de álcool que as mulheres. Entre os bebedores, 57,6% iniciam o uso de álcool mesmo antes de sair de casa, ou seja, fazem o "esquenta", consumindo maior quantidade de álcool e tendo mais problemas do que aqueles que não o fazem. 20 doses De forma geral, quem bebe no esquema de "esquenta" tem 2,5 mais chances de se envolver em brigas e 4 vezes mais chances de consumir quantidade superior de 20 doses alcoólicas. Aliás, conforme os autores, esses bebedores apresentaram maiores prevalências de envolvimento em brigas, de terem sido sexualmente molestados e de terem ficado excessivamente embriagados nos últimos 12 meses. Conforme os autores, esses achados apontam que a "maneira" com que as pessoas bebem é um importante fator preditor de violência. Possivelmente, quem faz o "esquenta" atinge o estado de intoxicação precocemente, gastando maior período de tempo embriagado, aumentando os riscos de ter problemas. (*) Com Planin Worldcom.
Genética é só desculpa, sedentarismo e má alimentação são as reais causas do problema
Depois dos 30, parece que o espelho encolhe. Pelo menos, lateralmente. De uma hora para outra, sua barriga não cabe mais nele a calça aperta e o cinto precisa ser fechado logo nos primeiros furinhos. É bastante comum que os homens passem a apresentar uma barriguinha maior desta idade em diante , afirma o médico Miguel Vietri, da clínica New Man.  Mas nada de respirar aliviado. O problema é comum, mas isso não acontece por acaso. Os maus hábitos alimentares e o sedentarismo são os principais responsáveis pelo surgimento da circunferência avantajada , completa o médico do esporte Daniel Gentil, do Check-up do Fleury Medicina e Saúde.Na entrevista abaixo, eles esclarecem por que essa temida barriguinha surge, dão dicas para preveni-la, desmistificam o papel da carga genética e ensinam você a medir o tamanho do perigo sim, é possível saber se sua barriga já representa uma ameaça para a saúde. Por que os homens ganham barriga depois dos 30 anos? Não é uma regra, mas é bastante freqüente que após os 30 anos o homem apresente uma barriguinha . Ela aparece, principalmente, em razão do aumento da ingestão calórica ( alimentação errada) e do sedentarismo (falta de atividade física). As mudanças hormonais têm alguma influência nisso? No homem, ao contrário da mulher, as mudanças hormonais são menos importantes e ocorrem em uma idade mais avançada. Portanto, aos 30 anos não existe uma mudança hormonal radical. Com o envelhecimento ocorre uma diminuição da secreção do hormônio de crescimento (GH) e da testosterona, que diminui a massa muscular e facilita o aumento da gordura corporal. O que os homens podem fazer para evitar isso? Mudar os hábitos, mantendo uma alimentação adequada (em quantidade e qualidade) e praticar uma atividade física regular. O e stresse interfere no ganho de peso? Cada indivíduo responde de maneira distinta ao estresse. Se a resposta desse indivíduo for aumento da ingestão alimentar ele terá sim aumento do peso. Os homens só acumulam gordura na barriga?  Os homens têm uma predisposição em armazenar gordura na região abdominal. É a chamada gordura visceral. As mulheres, por outro lado, armazenam gordura principalmente nas coxas, no quadril e nos culotes, é a chamada gordura periférica. Após a menopausa, a mulher começa também a apresentar a gordura visceral (abdominal), que deve ser fortemente combatida. Isso porque ela se relaciona intimamente ao diabetes, infarto e derrame. Qual a responsabilidade genética nesse problema? A carga genética responde apenas por 30% dos casos de surgimento de gordura visceral, entre os homens. O resto é conseqüência dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo. Quais os riscos deste acúmulo de gordura? Os riscos são enormes. A obesidade abdominal está fortemente relacionada à doença cardiovascular (que pode levar ao infarto, derrame) e ao diabetes (e todas suas complicações, como cegueira, insuficiência renal e pé diabético). Há ainda os riscos de lesões nas articulações e na coluna, ambos causados pelo excesso de peso e musculatura fraca. Como saber se a barriga oferece riscos à saúde? Existe uma medida? Os valores que hoje são aceitos: para homem até 94 cm e para mulher 80 cm (na linha do umbigo). Acima desses valores, já há risco em desenvolver obesidade visceral e todas suas complicações. Um homem que sempre fez exercícios corre o risco de ter barriga? Quem apresenta uma carga de exercícios regulares (atividades aeróbicas e de resistência muscular) e uma alimentação adequada praticamente não tem risco em acumular gordura na região abdominal. Daí a importância de uma vida ativa e uma alimentação equilibrada.
Qui, 28 Fev, 02h30 Aumenta o número de meninas viciadas em álcool Por Fernanda ARANDA São Paulo, 28 (AE) - Copos e mais copos de cerveja e destilados borrados de batom num bar da sexta-feira paulistana confirmam o que dizem os números: o sexo feminino já supera o masculino quando o assunto é alcoolismo na adolescência. O visual calça jeans, miniblusa, cabelos longos e bolsas coloridas era maioria nas rodinhas, mas as meninas não só invadiram os bares, como também as estatísticas de problemas com a doença. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 6,4% das moradoras de São Paulo entre 12 e 17 anos apresentam sinais de dependência do álcool. Nos garotos da mesma idade, o índice é de 4,9% - pesquisa feita com base em 4.117 entrevistas. Este é o único grupo etário em que as mulheres aparecem à frente. Nos maiores de 35 anos, por exemplo, 16% deles têm indícios de alcoolismo contra 5,4% delas. "Esta diferença entre as idades revela uma mudança cultural. As mulheres passaram a ter os mesmos desafios do que os homens, a mesma vontade e necessidade de auto-afirmação. Sensações essas promovidas pela bebida", afirma o diretor do Cebrid, Elisaldo Carlini. No levantamento anterior, divulgado em 2002, eram 3,4% das meninas com sinais de dependência, frente 3,5% dos meninos, o que indica que entre elas o número quase dobrou. Esta semana, num bar da Rua Maria Antônia, das 23 pessoas que dividiam as mesas, 19 eram mulheres jovens. A maioria estava com um copo de cerveja em uma mão e, na outra, um cigarro. "É uma pena que as meninas de hoje encarem o fumo e a bebida como um instrumento de disputa de poder com os meninos", lamenta Luizemir Lago, diretora do Centro Estadual de Referência em Tratamento de Álcool, Tabaco e Outras Drogas. "A igualdade dos sexos trouxe uma série de vantagens, como entrada no mercado de trabalho e faculdades, melhores salários, acesso à cultura. Mas existiam preconceitos que nos protegiam no passado. Hoje ninguém se espanta com uma menina no bar. Elas bebem nem tanto por rebeldia, e sim, porque a facilidade de beber ficou igual à encontrada pelos meninos", diz Ilana Pinsky, psiquiatra da Unifesp. Mas o "feminismo" não é o único fator. "É biológico também. O corpo da mulher tem menos enzimas e é composto por menos líquido", diz a psicóloga Camila Silveira, do Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool (Cisa). "Isso faz com que o organismo tenha mais dificuldade em diluir o álcool, o que provoca a dependência em menor tempo." Mônica Zilberman, professora de psiquiatria da USP, cita ainda as características psicológicas da adolescência feminina. "Nos atendimentos, onde é cada vez maior a presença das meninas, elas falam muito que os motivos para beber são os foras dos namorados, a dificuldade em lidar com as mudanças no corpo. Nos discursos delas é muito mais forte a questão depressiva do que nos meninos, que citam o 'beber' como artifício de diversão." Bruna (nome fictício), que garantiu ter 18 anos, não viu problema nos cinco copos de tequila que virou de uma vez, sem fazer careta, em um bar na Rua Vergueiro, zona sul de São Paulo. Foi aplaudida de pé pelos colegas de mesma idade. Ela negou dependência, mas contou que o primeiro gole foi "mais ou menos aos 12 anos"- idade apontada como início da bebedeira, segundo estudo da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad), também da Unifesp. "No intervalo de apenas uma geração, a idade para começar a beber caiu. No mesmo estudo, pessoas entre 18 e 25 anos falaram que iniciaram com 15 anos", diz o presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Sérgio de Paula Ramos. Em números: faixa etária de: - De 12 A 17 anos Mulheres: 6,4% são dependentes Homens: 4,9% são dependentes - De 18 A 24 anos Mulheres: 15,2% Homens: 28,3% - De 25 a 34 anos Mulheres: 9,4% Homens: 23,1 - Mais de 35 anos Mulheres: 5,4 Homens: 16% * Fonte: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas(Cebrid)
LinkOuça na CBN com André Trigueiro. Duração de 10 minutos. * ATENÇÃO: depois de ouvir o programa, talvez você queira: MATERIAL DE APOIO PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL INFANTO-JUVENIL (incluindo o Manual completo do IDEC de Consumo Sustentável)
LINK: http://escolambientall.multiply.com/journal/item/2
 Qua, 08 Ago, 01h46 Washington, 7 ago (EFE).- As mulheres acham que os homens de aspecto muito masculino não são bons candidatos a uma relação permanente, revelou hoje um estudo publicado pela revista "Personality and Individual Differences". Além disso, psicólogos das Universidades de Durham e St. Andrews, no Reino Unido, descobriram que, para as mulheres, os homens com alguns traços femininos podem ser companheiros mais comprometidos e com menos tendência à infidelidade. Em seu estudo, os cientistas pediram a 400 homens e mulheres britânicos que emitissem um julgamento sobre fotografias de homens, alteradas com o objetivo de parecerem mais ou menos masculinos ou femininos. Também pediram que os entrevistados previssem as características pessoais das pessoas retratadas, inclusive comportamento sexual e se seriam bons pais. Os psicólogos concluíram que os homens de traços muito masculinos, como o queixo quadrado, nariz mais volumoso e olhos pequenos, foram qualificados como dominantes, infiéis, maus pais e com personalidade menos "quente", em comparação com os que tinham alguma característica feminina. Um questionário apresentado aos participantes também determinou que os rostos de aparência mais saudável eram considerados mais desejáveis em comparação com os de aparência doentia. Da mesma forma, os traços faciais que revelavam a passagem dos anos foram considerados de maneira muito mais positiva que os mais jovens, disseram os cientistas. "Nossa pesquisa descobriu que a boa saúde dos homens transmite virtudes de boa companhia e personalidade", disse David Perrett, professor da Universidade de St. Andrews. "Nossos resultados contradizem as afirmações de que a aparência de 'machão' demonstra bom estado físico e imunidade às doenças", acrescentou. Ele explicou que "a 'masculinidade' poderá traduzir domínio, mas não necessariamente um excelente estado físico", e que "as mulheres vêem os tipos saudáveis como fonte de riqueza e em condições de levar uma vida de família". EFE
 Entrevista com Roberto Shinyashiki
Resposta de uma pergunta que foi feita ao médico psiquiatra Roberto Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".
O entrevistador Camilo Vannuchi perguntou a ele:
- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki responde:
- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da sociedade.
A primeira é: Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte deles pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida Inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."

 | Category: | Books | | Genre: | Other | | Author: | José Antonio de Carvalho e Silva |
O livro discute a questão do estresse no trabalho na atual fase do capitalismo – era da informação - , sua vinculação a uma concepção machista de vida e o papel que a mulher , em seu crescente afluxo ao mundo dos negócios, vem exercendo nesse contexto. A abrangência dos temas abordados – machismo, o capitalismo e suas vicissitudes, a globalização, a nova ordem do trabalho e o estresse dela advindo, o feminismo e o dilema da mulher executiva face à sua multiplicidade de papéis – levou o autor a dialogar com saberes de diversas áreas, mormente psicologia, sociologia, administração empresarial e clínica médica. As conclusões questionam algumas certezas dessa nova ordem, como os indubitáveis avanços no bem estar do trabalhador, e da sociedade em geral, na presente era da informação, e na feminilização do ambiente de trabalho trazida pela maior participação da mulher.
Para analisar a questão do estresse no trabalho, na presente era da informação, e sob o neocapitalismo, o autor apresenta duas contribuições decisivas na gênese dessa manifestação: a concepção machista de vida oriunda da revolução científica do século XVII, entronizada por expoentes como Descartes, Bacon e Newton, e o “espírito” do capitalismo derivado do calvinismo, conforme identificado por Max Weber. O mundo dos negócios sob o neocapitalismo é descrito pelo autor como marcado pela hipercompetição, ganância, culto à eficiência, exploração do homem e da natureza, dentre outras características que ele define como tipicamente machistas. Diferentemente do que se tem como avanços inquestionáveis na moderna era da informação, as novas tecnologias de gestão não trouxeram maior bem estar ao trabalhador, que continua, apenas sob forma diferente do que era nos primórdios do século XX, a ser tratado como um recurso. E a mulher, ainda vítima do preconceito machista, e dos múltiplos papéis que se vê obrigada a desempenhar, acaba muitas vezes atuando de maneira machista, frustrando expectativas que se poderiam ter quanto à sua contribuição para uma efetiva transformação do ambiente de trabalho.
O AUTOR
José Antonio de Carvalho e Silva acumulou vasta experiência em longos anos como executivo de grandes empresas, atuando nos mais diversos campos da atividade empresarial. Sua formação acadêmica registra graduações em Química Industrial, pela UFRJ, em Psicologia, pela UNESA-RJ e mestrado em Engenharia Industrial, pela PUC – RJ. Atualmente dedica-se à prática da clínica psicológica e ao estudo da psicopatologia do trabalho.
arte da capa: LC Carvalho 
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