Luiz Carlos' posts with tag: café filosófico
CENTRO CULTURAL PASCHOAL CARLOS MAGNO PROMOVE PALESTRA SOBRE FILOSOFIA CLÍNICA COM HÉLIO STRASSBURGER O professor Hélio Strassburger está volta ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno para mais um debate sobre filosofia clínica. O novo encontro acontece no dia 29 de novembro (quinta-feira), às 19 horas, e terá o seguinte tema: “Diálogos com a lógica da diferença”. A palestra é gratuita. Hélio Strassburger vai destacar o novo paradigma da filosofia clínica, que segundo ele, é o entendimento dos problemas existenciais à singularidade. Ele enfatiza que a filosofia clínica busca as características únicas do ser: estruturação pessoal, sonhos, valores e tudo aquilo que possa surgir dessa interseção. Assim, institui-se uma relação terapêutica que pretende compreender as lógicas da diferença e serve de ponto de partida para descobertas inéditas dos horizontes existenciais.
PALESTRA COM HÉLIO STRASSBURGER – CENTRO CULTURAL Data: 29 de novembro Horário: 19 horas Local: Sala Hilda Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Capacidade: 50 lugares Tel.:2610-5748 GRATUITO
PRÓXIMA EDIÇÃO DO PROJETO CAFÉ FILOSÓFICO RECEBE O ESPECIALISTA JOSÉ ANTÔNIO DE CARVALHO E SILVA O projeto Café Filosófico, que é promovido pelo Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, realiza no dia 21 de novembro (quarta-feira), às 19 horas, a palestra “A tragédia ecológica da modernidade a partir da visão de Martin Heidegger”, ministrada por José Antonio de Carvalho e Silva. O palestrante terá como base as idéias do filósofo alemão para debater o questionamento do pensador sobre a maneira como a natureza e o homem são recursos exploráveis na modernidade, tendo como objetivo ajudar na reversão das péssimas expectativas traçadas por especialistas e organizações cientificas. A atividade é gratuita. José Antonio de Carvalho e Silva destaca que, à beira de uma catástrofe ecológica que coloca em risco a existência humana na Terra, é muito comum, nos atuais dias, discussões acerca das conseqüências das primeiras intervenções do homem nas condições da superfície do planeta. Porém, a aceleração de atitudes destrutivas só ficou latente após o período da Revolução Científica, em meados do século XVIII, mas os efeitos estão sendo sentidos agora. Para ele, embora campanhas da comunidade científica tenham tentado alertar comunidades e nações, colocando o assunto em pauta em protocolos e agendas, os esforços para lidar com os desastres ecológicos têm sido de cunho tecnológico. Segundo ele, Isso ocorre por o homem acreditar que sua única fonte de soluções é o cientificismo. A doença do homem moderno, afirma Carvalho e Silva, pode estar relacionada às práticas, discursos e instituições da modernidade industrial. “As inovações tecnológicas que surgem cada vez mais, modificam o modo de ser do homem e contribuem muitas vezes para a destruição ambiental e também para sua patologia. Neste contexto, o filósofo alemão Martin Heidegger reflete de modo crítico e nos auxilia a fazer o mesmo”, diz ele. SOBRE O PALESTRANTE José Antônio de Carvalho e Silva acumulou vasta experiência em longos anos como executivo de grandes empresas. Sua formação acadêmica registra graduação em Química Industrial, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestrado em Engenharia Industrial, pela PUC-RJ, graduação em Psicologia pela Unesa-RJ e especialização em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia Fenomenológico–Existencial do Rio de Janeiro. Atualmente, dedica-se à prática da clínica psicológica e ao estudo da psicopatologia do trabalho. CAFÉ FILOSÓFICO – JOSÉ ANTÔNIO DE CARVALHO E SILVA Data: 21 de novembro Horário: 19 horas Local: Sala Hildo Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Capacidade: 50 pessoas Tel.:2610-5748 GRATUITO
CAFÉ FILOSÓFICO PROMOVE DEBATE SOBRE OS FILMES “QUEM SOMO NÓS” E “THE SECRET” A próxima edição do projeto Café Filosófico, que acontece no dia 23 de outubro (terça-feira), às 19 horas, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, terá como convidado, o especialista em Eletrônica, Jorge Freitas. O debate terá como tema os filmes “Quem somos nós” e “The Secret”. Durante o bate papo, serão abordadas questões como “por que o universo conspira a nosso favor?”; “de onde viemos e pra onde vamos?”. A atividade tem entrada franca. Jorge Freitas é autor do livro “Teia de Desejos – a saga existencial urbana”, que narra, de maneira poética, as vivências do autor pelo centro da cidade do Rio de Janeiro, num momento singular de sua vida. Esses relatos servem como introdução para os questionamentos filosóficos abordados a partir das observações dos dramas existenciais presenciados. A publicação apresenta a possibilidade de entendimento do universo vivo, no qual estamos mergulhados, analisando algumas constituições da matéria como proto-inteligência e protoconsciência. É daí que parte o conceito de uma “Teia de desejos”, que organiza o cosmo e dá sentido ao caos. O especialista já ministrou conferências sobre a abordagem quântica da natureza e participou de debates em instituições como a Universidade Federal Fluminense (UFF), as Faculdades Integradas Maria Thereza, Universidade Candido Mendes, Universidade Veiga de Almeida e também em espaços culturais. Nos encontros que ministra, Freitas aborda as principais teorias da Nova Física como a Teoria da Relatividade Restrita e Geral, Física, Mecânica Quântica e Física das Partículas e as contribuições das mesmas para a ciência e tecnologia. CAFÉ FILOSÓFICO – JORGE FREITAS Data: 23 de outubro Horário: 19 horas Local: Sala Hildo Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí, (Campo de São Bento), Niterói RJ. Tel.:2610-5748 GRATUITO
CAFÉ FILOSÓFICO PROMOVE DEBATE SOBRE PROBLEMAS AMBIENTAIS COM JOSÉ GLAUCO TOSTES PRÓXIMA EDIÇÃO DO CAFÉ FILOSÓFICO RECEBE O PROFESSOR JOSÉ GLAUCO TOSTES No dia 20 de setembro (quinta-feira), o projeto Café Filosófico, que acontece no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, recebe o professor José Glauco Tostes, para falar sobre a situação ambiental do planeta nos dias de hoje. O debate será baseado no livro de Tostes, chamado “Capitalismo no século XX: aspectos civilizatórios e anti-civilizatórios” e no documentário “Uma verdade inconveniente”, de Al Gore. O encontro será às 19 horas, na Sala Hilda Campofiorito. A entrada é franca. O ENCONTRO Esse debate aborda a situação atual do planeta e tenta delinear as tendências de um futuro próximo. Tostes defende que as raízes próximas da questão ambiental surgiram no enfrentamento peculiar da crise de 1929, por parte da “locomotiva” capitalista. A partir dessa data, segundo ele, o sistema capitalista desenvolveu parte de sua produção de forma destrutiva (anti-ecológica) e também anti-social. Em seguida, o foco da conversa será a questão do aquecimento global via efeito estufa. Uma análise de como essa questão, na atualidade, está sendo encarada pelos cientistas e alternativas para essa ameaça planetária preconizada pelo sistema capitalista. Por último, José Glauco Tostes, irá propor e discutir alguns cenários de possíveis desdobramentos futuros desta crise ambiental a partir do seu atual estágio. SOBRE JOSÉ GLAUCO TOSTES Doutor em Química pela Universidade de Campinas (Unicamp), já foi professor da Universidade Federal do Pará (UFPa) e da Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente, é professor titular de Química da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) em Campos. Já contabiliza 35 publicações indexadas em química. Atua na área de pesquisa em química teórica e tem atividades de produção acadêmica extra-química. É autor das seguintes publicações: "Crise do capitalismo e ciência da complexidade", resumo estendido aceito para o 5º Colóquio Marx e Engels na Unicamp; "Capitalismo no séc. XX: aspectos civilizatórios e anticivilizatórios"; "Estresse no Trabalho" e "Dois marxismos de Marx", no Vol II do Caderno, 2005 (Unicamp). CAFÉ FILOSÓFICO – PALESTRA COM JOSÉ GLAUCO TOSTES Data: 20 de setembro Horário: 19 horas Local: Sala Hilda Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Tel.:2610-5748 GRATUITO
CAFÉ FILOSÓFICO PROMOVE DEBATE SOBRE PROBLEMAS AMBIENTAIS COM JOSÉ GLAUCO TOSTES PRÓXIMA EDIÇÃO DO CAFÉ FILOSÓFICO RECEBE O PROFESSOR JOSÉ GLAUCO TOSTES No dia 13 de setembro (quinta-feira), o projeto Café Filosófico, que acontece no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, recebe o professor José Glauco Tostes, para falar sobre a história do século XX. O debate será baseado no livro “A era dos extremos”, do historiador britânico Eric Hobsbawm, que delimita o século passado entre os períodos da Primeira Guerra Mundial (1914) e o fim da União Soviética (1991). O encontro será às 19 horas e tem entrada franca. Essa abordagem inicial tentará delinear alguns elementos que ocorreram, em âmbito mundial, em todo o século XX e contribuíram para dar unidade histórica a esse período. São elementos como a “locomotiva planetária capitalista” e a sua principal resistência, o “socialismo real” e as relações de reciprocidade e de mútua influência entre os dois termos conflitantes. A partir daí, será emprestado de Hobsbawm, a divisão do breve século em três períodos, enfatizando – de modo simplificado - a modalidade de Estado que tendeu a predominar em cada um deles: Era da Catástrofe (1914-1945): Estado autoritário; Era do Ouro (1945-1973): Estado do Bem Estar Social; Era da Catástrofe (1973-1991): Estado regulado pelo mercado. Serão enfatizadas também as raízes remotas – no séc. XVII – e as raízes próximas – séc. XX - da atual questão ambiental. Essas últimas raízes encontram-se centradas no modo como a “locomotiva capitalista” respondeu à sua maior crise: o crash da Bolsa de Valores de Nova Iorque, em 1929. CAFÉ FILOSÓFICO – PALESTRA COM JOSÉ GLAUCO TOSTES Data: 13 de setembro Horário: 19 horas Local: Sala Hildo Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Tel.:2610-5748 GRATUITO No dia 20 de setembro (quinta-feira), o projeto Café Filosófico, que acontece no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, recebe o professor José Glauco Tostes, para falar sobre a situação ambiental do planeta nos dias de hoje. O debate será baseado no livro de Tostes, chamado “Capitalismo no século XX: aspectos civilizatórios e anti-civilizatórios” e no documentário “Uma verdade inconveniente”, de Al Gore. O encontro será às 19 horas, na Sala Hilda Campofiorito. A entrada é franca. O ENCONTRO Esse debate aborda a situação atual do planeta e tenta delinear as tendências de um futuro próximo. Tostes defende que as raízes próximas da questão ambiental surgiram no enfrentamento peculiar da crise de 1929, por parte da “locomotiva” capitalista. A partir dessa data, segundo ele, o sistema capitalista desenvolveu parte de sua produção de forma destrutiva (anti-ecológica) e também anti-social. Em seguida, o foco da conversa será a questão do aquecimento global via efeito estufa. Uma análise de como essa questão, na atualidade, está sendo encarada pelos cientistas e alternativas para essa ameaça planetária preconizada pelo sistema capitalista. Por último, José Glauco Tostes, irá propor e discutir alguns cenários de possíveis desdobramentos futuros desta crise ambiental a partir do seu atual estágio. SOBRE JOSÉ GLAUCO TOSTES Doutor em Química pela Universidade de Campinas (Unicamp), já foi professor da Universidade Federal do Pará (UFPa) e da Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente, é professor titular de Química da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) em Campos. Já contabiliza 35 publicações indexadas em química. Atua na área de pesquisa em química teórica e tem atividades de produção acadêmica extra-química. É autor das seguintes publicações: "Crise do capitalismo e ciência da complexidade", resumo estendido aceito para o 5º Colóquio Marx e Engels na Unicamp; "Capitalismo no séc. XX: aspectos civilizatórios e anticivilizatórios"; "Estresse no Trabalho" e "Dois marxismos de Marx", no Vol II do Caderno, 2005 (Unicamp). CAFÉ FILOSÓFICO – PALESTRA COM JOSÉ GLAUCO TOSTES Data: 20 de setembro Horário: 19 horas Local: Sala Hilda Campofiorito no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Tel.:2610-5748 GRATUITO
 PRÓXIMA EDIÇÃO DO PROJETO CAFÉ FILOSÓFICO ACONTECE DIA 29 DE AGOSTO COM O PROFESSOR CARLOS DIÓGENES No dia 29 de agosto (quarta-feira), a partir das 19 horas, o projeto Café Filosófico, que acontece no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, recebe o professor Carlos Diógenes Cortes Tourinho, para falar sobre a consciência na Filosofia. Como ferramenta para o debate, o professor utiliza os argumentos do filósofo francês, Henri Bergson, para o qual, a consciência possui um elo de união entre o passado e o futuro. O encontro tem entrada franca. O objetivo é debater a questão temporal relacionada à vida, sob a perspectiva de Henri Bergson e conceber a consciência como um “traço de união entre o passado e o futuro”. É uma espécie de “ponte entre o que foi e o que será”. Formado em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos Diógenes Cortes Tourinho é especialista em Filosofia Contemporânea, mestre em Filosofia e doutor em Filosofia pela PUC-Rio. Atualmente, exerce o cargo de professor adjunto do Departamento de Fundamentos Pedagógicos da Faculdade de Educação da UFF. Também ministra aulas na área de História da Filosofia, além de ser organizador da série “Ensaios sobre o pensamento contemporâneo” (Editora Proclama). SOBRE A FILOSOFIA DE HENRI BERGSON Em seus artigos, Henri Bergson define a idéia da consciência como um traço entre o passado e o futuro. Esse tema é abordado de modo mais claro e articulado em “Introduction à la Métaphysique”, de 1903. Nesse artigo, Bergson afirma que o passado segue a cada um de nós e cresce sem parar, a cada presente que é incorporado durante a vida de cada um. Conhecido como “filósofo da vida”, Bergson pensa o cotidiano em termos de uma sucessão ininterrupta de estados, na qual cada um dos estados vividos anuncia aquele que o segue e armazena a lembrança daquele que o precedeu. Esses estados se prolongam de maneira contínua uns nos outros, como um “novelo que se desenrola”. Segundo o filósofo francês, não há dois momentos idênticos em um ser consciente. Para ele, uma consciência que possuísse dois momentos idênticos seria uma consciência sem memória. Ainda de acordo com Bergson, ela morreria e renasceria sem cessar. Bergson destaca que “se assim ocorresse, ao invés de uma continuidade, de um prolongamento entre os momentos, teríamos apenas o instantâneo e, dessa forma, a ausência da consciência, uma vez que não há consciência sem memória, não há continuação de um estado sem adição, ao sentimento presente, da lembrança de momentos passados". E é nisso que consiste o que Bergson chama de “duração”. Café Filosófico
Maite Blancquaert Em: 27/08/2007 MATÉRIA PUBLICADA NO NITIDEAL CAFÉ FILOSÓFICO – PROFESSOR CARLOS DIÓGENES CORTES TOURINHO Data: 29 de agosto Horário: 19 horas Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Tel.:2610-5748 GRATUITO
 PRÓXIMA EDIÇÃO DO PROJETO CAFÉ FILOSÓFICO ACONTECE DIA 29 DE AGOSTO COM O PROFESSOR CARLOS DIÓGENES No dia 29 de agosto (quarta-feira), a partir das 19 horas, o projeto Café Filosófico, que acontece no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, recebe o professor Carlos Diógenes Cortes Tourinho, para falar sobre a consciência na Filosofia. Como ferramenta para o debate, o professor utiliza os argumentos do filósofo francês, Henri Bergson, para o qual, a consciência possui um elo de união entre o passado e o futuro. O encontro tem entrada franca. O objetivo é debater a questão temporal relacionada à vida, sob a perspectiva de Henri Bergson e conceber a consciência como um “traço de união entre o passado e o futuro”. É uma espécie de “ponte entre o que foi e o que será”. Formado em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos Diógenes Cortes Tourinho é especialista em Filosofia Contemporânea, mestre em Filosofia e doutor em Filosofia pela PUC-Rio. Atualmente, exerce o cargo de professor adjunto do Departamento de Fundamentos Pedagógicos da Faculdade de Educação da UFF. Também ministra aulas na área de História da Filosofia, além de ser organizador da série “Ensaios sobre o pensamento contemporâneo” (Editora Proclama). SOBRE A FILOSOFIA DE HENRI BERGSON Em seus artigos, Henri Bergson define a idéia da consciência como um traço entre o passado e o futuro. Esse tema é abordado de modo mais claro e articulado em “Introduction à la Métaphysique”, de 1903. Nesse artigo, Bergson afirma que o passado segue a cada um de nós e cresce sem parar, a cada presente que é incorporado durante a vida de cada um. Conhecido como “filósofo da vida”, Bergson pensa o cotidiano em termos de uma sucessão ininterrupta de estados, na qual cada um dos estados vividos anuncia aquele que o segue e armazena a lembrança daquele que o precedeu. Esses estados se prolongam de maneira contínua uns nos outros, como um “novelo que se desenrola”. Segundo o filósofo francês, não há dois momentos idênticos em um ser consciente. Para ele, uma consciência que possuísse dois momentos idênticos seria uma consciência sem memória. Ainda de acordo com Bergson, ela morreria e renasceria sem cessar. Bergson destaca que “se assim ocorresse, ao invés de uma continuidade, de um prolongamento entre os momentos, teríamos apenas o instantâneo e, dessa forma, a ausência da consciência, uma vez que não há consciência sem memória, não há continuação de um estado sem adição, ao sentimento presente, da lembrança de momentos passados". E é nisso que consiste o que Bergson chama de “duração”. CAFÉ FILOSÓFICO – PROFESSOR CARLOS DIÓGENES CORTES TOURINHO Data: 29 de agosto Horário: 19 horas Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí (Campo de São Bento) Tel.:2610-5748 GRATUITO
CAFÉ FILOSÓFICO RECEBE O PROFESSOR CARLOS TOURINHO NO CENTRO CULTURAL
No
dia 25 de abril (quarta-feira), a partir das 19 horas, o professor da
Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Diógenes Côrtes Tourinho,
que atua no Departamento de Fundamentos Pedagógicos, ministra palestra
com o tema “A fenomenologia de Husserl:
do Mundo dos Fatos aos sentidos do mundo”, no Centro Cultural Paschoal
Carlos Magno. O evento gratuito integra o projeto Café Filosófico. A
apresentação tem como objetivo principal esclarecer a especificidade da
atitude fenomenológica e do método adotado pela fenomenologia.
Formado
em Psicologia pela UFF (Bacharelado e Formação de Psicólogo) e em
Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos se
especializou em Filosofia Contemporânea pela Pontifícia Universidade
Católica (PUC-Rio). Doutor em Filosofia também pela PUC, atualmente ele
exerce o cargo de professor adjunto do Departamento de Fundamentos
Pedagógicos/Faculdade de Educação da UFF, ministrando aulas na área de
História da Filosofia. Além disso, é organizador da série de ensaios
sobre o pensamento contemporâneo (Editora Proclama/Humanitatis).
Carlos
explica que a fenomenologia, definida por Husserl como “Ciência dos
Fenômenos Puros”, tomará para si a tarefa de descrever (investigar e
analisar) as essências universais que se revelam para a consciência na
condição de “fenômenos puros” (não mundanos).
“Para
cumprir tal tarefa, impulsionada pelo lema do retorno às coisas mesmas,
a fenomenologia adotará, do ponto de vista metodológico, a chamada
redução fenomenológica, isto é, a suspensão do juízo em relação ao
‘mundo dos fatos’, para fazer o mundo reaparecer na consciência pura
como um horizonte de sentidos. O método da redução colocará fora de
circuito a facticidade do mundo para revelar, então, o ‘mundo da vida’
(ou o sentido do mundo)”, afirma ele.
CAFÉ FILOSÓFICO – CENTRO CULTURAL PASCHOAL CARLOS MAGNO
Data: 25 de abril
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
Endereço: Rua Lopes Trovão, s/nº, Icaraí
GRATUITO
Tel: 2610-5748
|  | CAFÉ FILOSÓFICO – FILOSOFIA CLÍNICA
6 de março na Sala Hilda Campofiorito
O professor e filósofo Hélio Strassburger fala sobre a Filosofia Clínica, uma nova abordagem terapêutica, que não se trata de auto-ajuda ou aconselhamento filosófico. O paradigma teve suas origens no trabalho do pensador Lúcio Packter, gaúcho de Porto Alegre, que desenvolveu seus estudos iniciais na Europa nas décadas de 80 e 90, quando retornou ao Brasil e fundou o Instituto Packter.
HOTÁRIO: 19 horas
LOCAL: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí.
GRATUITO TEL: 2610-5748 |
06/03 – TERÇA-FEIRA
CAFÉ FILOSÓFICO – FILOSOFIA CLÍNICA
O professor e filósofo Hélio Strassburger fala sobre a Filosofia Clínica, uma nova abordagem terapêutica, que não se trata de auto-ajuda ou aconselhamento filosófico. O paradigma teve suas origens no trabalho do pensador Lúcio Packter, gaúcho de Porto Alegre, que desenvolveu seus estudos iniciais na Europa nas décadas de 80 e 90, quando retornou ao Brasil e fundou o Instituto Packter.
HOTÁRIO: 19 horas
LOCAL: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí.
GRATUITO
TEL: 2610-5748

CAFÉ FILOSÓFICO PROMOVE PALESTRA
SOBRE A ARTE E O PÚBLICO
O projeto Café Filosófico traz ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, no dia 14 de junho (quarta-feira), às 19 horas, a palestra "Arte e Público: a construção de um diálogo possível", com Luiz Sérgio de Oliveira. Durante a apresentação, o artista e professor adjunto do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense (UFF) irá abordar algumas questões como, as relações entre público e arte, as intermediações do museu de arte, a ênfase dispensada ao autor/artista e à sua extensão moderna, e a obra de arte. A palestra gira em torno da pesquisa de doutorado apresentada por Luiz Sérgio e recentemente aprovada na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tendo como título "inSITE: práticas de arte pública na fronteira entre dois mundos".
Segundo Luiz Sérgio, "a ideologia que formatou o processo de organização do sistema de arte na primeira metade do século XX parece ter negligenciado a relação primordial com o público, instaurando-se em torno de práticas focadas no reconhecimento e consolidação da absoluta centralidade do autor e da obra de arte, relegando esse público (de arte) a uma condição de irretorquível lateralidade. Nesse cenário de complexidades e incompreensões, o museu de arte, atuando como agente mediador, parece ter obtido resultados extremamente tímidos na tentativa de minorar o impacto dessas relações de desconfiança e de (des) identidade entre artista, instituições e público".
Ainda de acordo com Luiz Sérgio, "algumas práticas recentes de arte no domínio público têm procurado enfrentar essas dificuldades de uma melhor aproximação com o público através de ações, interações e projetos de arte deflagrados em intensa colaboração com as comunidades, em uma tentativa de supressão das barreiras que têm apartado o artista (criador) e o público".
SOBRE O PALESTRANTE:
Luiz Sérgio é artista, curador independente e doutor em História e Crítica da Arte pela UFRJ (2006). Como artista, vem desde 1974 participando de exposições individuais, coletivas e salões de arte em diversas cidades brasileiras e no exterior. Na UFF, ele leciona disciplinas do curso de Produção Cultural.
Contato para entrevistas:
Luiz Sérgio: (21) 9941-0077 e 2611-3996
CAFÉ FILOSÓFICO – ARTE E PÚBLICO
Data: 14 de junho
Horário: das 19 às 21h30min
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
ENDEREÇO: Rua Lopes Trovão, s/nº, Icaraí (Campo de São Bento).
GRATUITO
TEL: 2610-5748 
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