Luiz Carlos' posts with tag: arte moderna

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Photo AlbumXul Solar, Buenos aires, Argentina. (10 photos)Jun 16, '08 8:02 PM
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http://www.xulsolar.org.ar/

Alejandro Xul Solar (Oscar Agustín Alejandro Schulz Solari, 1887-1963), es uno de los representantes más singulares de la vanguardia en América Latina. En 1912 partió rumbo a Europa donde permaneció hasta 1924, residiendo en Italia y en Alemania y realizando frecuentes viajes a Londres y París. A su regreso, participó activamente de la renovación estética propuesta por el grupo editor del periódico Martín Fierro (1924-1927). Amigo de Jorge Luis Borges, ilustró varios de sus libros y colaboró en varios de sus emprendimientos editoriales como la Revista Multicolor de los Sábados y Destiempo .

Photo AlbumMALBA Buenos Aires, Argentina (7 photos)Jun 6, '08 9:34 AM
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O Malba – Fundação Costantini (Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires) foi fundado em setembro de 2001 com os objetivos de colecionar, preservar, estudar e difundir a arte latino-americana, de princípios do século XX até suas manifestações atuais.

Projetado em 1998 pela Fundação Eduardo F. Costantini, o Malba é uma instituição privada sem fins de lucro que conserva e exibe como patrimônio fundacional a Coleção Costantini, um conjunto de mais de duzentas obras dos principais artistas latino-americanos, da modernidade até a época contemporânea.

O Malba funciona simultaneamente como um espaço cultural dinâmico e plural onde são realizados encontros com escritores, ciclos de cinema, seminários, cursos, oficinas, simpósios, visitas guiadas, programas educativos e de extensão cultural, e publicações.

O Malba tem como proposta apoiar a promoção, a circulação e o estudo da arte latino-americana no cenário regional e mundial; contribuir para a divulgação das produções culturais da América Latina; atender às necessidades educativas da comunidade e gerar um espaço de encontro entre especialistas; promover o intercâmbio artístico e profissional com instituições nacionais, regionais e internacionais; dar apoio e impulsar programas inovadores centrados nas artes visuais e na cultura latino-americanas.

Photo Albumtá avisado! (1 photo)May 20, '08 8:51 AM
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Photo AlbumCafé com DUCHAMP (4 photos)Mar 30, '08 2:12 PM
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VideoDada (Mary Ellen Bute, 1936)Mar 28, '08 10:07 AM
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VideoDADÁ MovementMar 25, '08 7:21 AM
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VideoEl cubismoMar 25, '08 7:10 AM
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VideoMatisseFeb 25, '08 8:29 PM
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VideoInstallation of the Sculpture Garden, MoMAFeb 25, '08 8:25 PM
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Blog EntryObras roubadas do Masp não têm seguroDec 23, '07 11:08 AM
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Obras roubadas do Masp não têm seguro

msn notícias: Agencia Estado - 21/12/2007 8:40

Alvo de duas tentativas de invasão, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) funcionou por quase dois meses com seu sistema de alarme desativado. O dispositivo não é considerado de última geração, mas havia evitado a primeira tentativa de assalto, ocorrida em 29 de outubro, quando dois ladrões renderam vigias e tentaram chegar ao 2º andar do prédio, onde fica o acervo permanente. O Masp também não possui um seguro específico para suas 8 mil obras de arte - a apólice vale para o imóvel como um todo. Na madrugada de ontem, três ladrões roubaram as telas 'O lavrador de café', de Candido Portinari, e 'Retrato de Suzanne Bloch', de Pablo Picasso. As obras são avaliadas em US$ 5 milhões e US$ 50 milhões, respectivamente.

Segundo o curador do museu, Teixeira Coelho, nenhum museu de grande porte costuma assegurar seu acervo, uma vez que o pagamento seria impraticável. "Um acervo de US$ 1 bilhão, por exemplo, teria de pegar uma porcentagem do seu valor, o que daria US$ 10 milhões por ano. É mais do que o faturamento do museu", explicou. Já sobre o desligamento do alarme, a direção do Masp usou argumentos pouco técnicos.

Desde o ataque do dia 29, argumentaram funcionários ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, o sistema "vivia disparando" durante as rondas noturnas. Em vez de consertá-lo, o Masp decidiu confiar a vigilância de seu valioso acervo a uma equipe de aproximadamente 30 seguranças e câmeras de monitoramento analógicas, instaladas no ano 2000. Na ocasião, os policiais chegaram a alertar a direção do museu para a fragilidade do sistema de segurança do prédio, mas nada foi feito. A instalação de equipamentos mais modernos na sala do acervo permanente - com recursos como zoom, infravermelho e sensores de movimento - custaria cerca de R$ 30 mil, dinheiro que a direção do Masp diz não ter em caixa.

Ao contrário de outros museus e galerias de arte do País, o Masp possui vigias próprios, alguns deles contratados há mais de dez anos. Durante a noite, a equipe de segurança é composta por três pessoas. Enquanto um fica encarregado de observar as imagens do circuito interno de TV, outros dois fazem rondas pelo prédio. Os três funcionários que estavam de plantão no dia do furto, além do chefe da segurança, foram ouvidos ontem pela polícia. Nos próximos dias, os demais vigias do Masp também serão chamados para prestar depoimento.


O Museu de Arte de São Paulo (Masp), o maior da América Latina, situado na Avenida Paulista, no bairro de Cerqueira César, foi assaltado durante a madrugada de hoje. Teriam sido levadas duas obras que estão entre as mais importantes do acervo do museu - "O Lavrador de Café", obra de 100x81 centímetros, de Cândido Portinari, e "O Retrato de Suzanne Bloch", de Pablo Picasso, quadro de 65x54 centímetros.

A assessoria de imprensa do museu não foi localizada para comentar o assunto. Outros funcionários, que não quiseram se identificar, disseram apenas que o Masp deverá permanecer fechado nos próximos dias por "motivos técnicos", mas, provavelmente, deve ser para a realização de investigações no local. Não souberam informar também se alguém teria ficado ferido durante o assalto.

Sabe-se, por enquanto, que a ação dos ladrões foi rápida e precisa, pois eles sabiam as obras que pretendiam levar. As cenas do assalto teriam sido gravadas pelo circuito interno de TV e deverão ajudar nas investigações. A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública já está acompanhando o caso, que teria sido registrado no 78º Distrito Policial dos Jardins, mas ainda não há mais detalhes.

http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=5894974



VideoChico e OscarDec 18, '07 6:06 PM
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Blog EntryNiemeyer: um sopro do mestre das formasDec 15, '07 8:37 PM
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Qui, 13 Dez, 02h46

Guilherme Bryan*/Especial para BR Press

(BR Press) – Neste sábado (15/12), o arquiteto Oscar Niemeyer Soares Filho completa 100 anos com todas as honras dignas de um dos mais aclamados e elogiados criadores do mundo. Afinal, poucos exerceram tanta influência na arquitetura moderna. Para comemorar a data, chega às locadoras para venda e locação o DVD do documentário Oscar Niemeyer – A Vida É Um Sopro (Europa Filmes, R$ 29,90, em média), dirigido e roteirizado por Fabiano Maciel, com ótima trilha musical criada por João Donato, Berna Ceppas, Kassin e Felipe Poli.

O documentário merece ser visto por apresentar as principais obras de Oscar Niemeyer acompanhadas de desenhos e explicações do próprio, além de, em muitos casos, trechos de reportagens e filmes de época. "Quando tenho uma idéia, começo a estudar um problema, primeiro eu verifico quais são as condições locais, possibilidades econômicas. Depois eu começo a desenhar e, quando chego a uma idéia, a uma solução que me agrada, passo a escrever, a redigir um texto explicativo, porque, se nesse texto eu não encontro argumentos, volto para a prancheta", ensina o arquiteto. E completa em outro momento: "Só usa arquitetura quem tem dinheiro e os outros estão fodidos nas favelas".

Mas apesar delas e de "George W. Bush", Niemeyer acha que o "Rio e a América Latina estão melhores hoje", disse ao jornal inglês Times, numa entrevista de duas páginas, publicada na última quarta-feira (12/12). O repórter Tom Dyckhoff compara seu encontro com o arquiteto, no Rio, como "o encontro com uma lenda, um nome saído dos livros de história, como Rodin, Picasso ou Jesse James" e diz que ele era a "cara do Marlon Brando" quando jovem. Na entrevista, Niemeyer confessa o que o motiva a sair da cama e trabalhar todos os dias: "É o mesmo de sempre: a luta, o comunismo puro e simples".

O que importa

Formado em 1934 em Arquitetura pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, Niemeyer também relembra quando passou a freqüentar o escritório do também arquiteto Lucio Costa, com quem projetou a nova capital federal, e seu convívio com Le Corbusier. Apesar de afirmar ao Times que "a data [do 100o. aniversário] não é importante. A idade não é importante. O tempo não é importante. A arquitetura não é importante. O que nós criamos não é importante. O que é importante é ser tranqüilo e otimista", o filme traz grandes nomes da cultura nacional e internacional comentando sua importância. Entre eles estão Chico Buarque, Ferreira Gullar, Carlos Heitor Cony, Nelson Pereira dos Santos, Eric Hobsbawn e o escritor uruguaio Eduardo Galeano. Este afirma que "os morros do Rio de Janeiro, caso do Corcovado, são como corpos de mulheres desenhados por Deus no dia em que achou que era Niemeyer".

Entre as mais famosas criações de Niemeyer estão o Palácio do Itamaraty, Capela da Alvorada e Congresso Nacional (todos em Brasília), Edifício Copan, Oca, Pavilhão da Bienal e Marquise do Ibirapuera (os quatro em São Paulo), Iate Clube da Pampulha, Cassino da Pampulha, Igreja São Francisco de Assis e Casa de Balie (todos em Belo Horizonte), Museu de Arte Contemporânea (Niterói), Universidade de Ciências e Tecnologias (Argel, capital da Argélia), Pavilhão do Brasil na Feira Internacional de Nova Iorque (parceria com Lucio Costa) e as sedes do Partido Comunista e do Jornal L'Humanité (Paris, França). Em sua cidade-natal, Rio de Janeiro, está seu primeiro projeto arquitetônico, a Obra do Berço, assim como a Passarela do Samba e o Centro Integrado de Educação Pública.

(*) Colaborou Juliana Resende/BR Press.


Photo AlbumSonia Delaunay para Liana Pérola (2 photos)Dec 15, '07 8:06 AM
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Visit to Paul Cezanne's Studio in Aix on 6/3/07


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Photo AlbumPeter Greenaway: Artworks (1 photo)Oct 11, '07 9:16 AM
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VideoMarc Chagall BiographyOct 10, '07 9:08 AM
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This is a short biography of the artist Marc Chagall done in a Ken Burns style.


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VideoMax ErnstOct 10, '07 8:42 AM
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Max Ernst (April 2, 1891 -- April 1, 1976) was a German Dadaist and surrealist artist.
Max Ernst was born in Brühl, Germany, near Cologne. In 1909, he enrolled in the University at Bonn to study philosophy but soon abandoned the courses. He began painting that year.

During World War I he served in the German army, which was a momentus interruption in his career as an artist. He stated in his autobiography, "Max Ernst died the 1st of August, 1914".

After the war, filled with new ideas, Ernst, Jean Arp and social activist Alfred Grünwald, formed the Cologne, Germany Dada group. In 1918 he married the art historian Luise Straus — a stormy relationship that would not last. (She died in Auschwitz in 1944.) In 1919 Ernst visited Paul Klee and created paintings, block prints and collages, and experimented with mixed media.

In 1922, he returned to the artistic community at Montparnasse in Paris. In Montparnasse he was a central figure in the birth of André Breton's desire to ostracize Ernst's friend Paul Éluard from the surrealist group.

Constantly experimenting, in 1925 he invented a graphic art technique called frottage, which uses pencil rubbings of objects as a source of images. The next year he collaborated with Joan Miró on designs for Sergei Diaghilev. With Miró's help, Ernst pioneered grattage in which he troweled pigment from his canvases.

Ernst developed a fascination with birds that was prevalent in his work. His alter ego in paintings, which he called Loplop, was a bird. He suggested this alter-ego was an extension of himself stemming from an early confusion of birds and humans. He said his sister was born soon after his bird died. Loplop often appeared in collages of other artists' work, such as Loplop presents André Breton.

Ernst drew a great deal of controversy with his 1926 painting The Virgin Chastises the infant Jesus before Three Witnesses: André Breton, Paul Éluard, and the Painter.

In 1927 he married Marie-Berthe Aurenche. It is said that "his relationship with her may have inspired the erotic subject matter of this painting and others of this year."

Ernst began to sculpt in 1934, and spent time with Alberto Giacometti.

In 1938, the American heiress Peggy Guggenheim acquired a number of Max Ernst's works which she displayed in her new museum in London.

Following the onset of World War II, Ernst was detained as an enemy alien in France but with the assistance of the American journalist Varian Fry in Marseille, he managed to escape the country with Peggy Guggenheim. He left behind his lover, Leonora Carrington, and she suffered a major mental breakdown. Ernst and Guggenheim arrived in the United States in 1941 and were married the following year. Along with other artists and friends (Marcel Duchamp and Marc Chagall) who had fled from the war and lived in New York City, Ernst helped inspire the development of Abstract expressionism.

His marriage to Guggenheim did not last, and in Beverly Hills, California in October of 1946, in a double ceremony with Man Ray and Juliet Browner, he married Dorothea Tanning. The couple first made their home in Sedona, Arizona.

In 1948 Ernst wrote the treatise Beyond Painting. As a result of the publicity, he began to achieve financial success.

In 1953 he and Tanning moved to a small town in the south of France where he continued to work. The City, and the Galeries Nationales du Grand-Palais in Paris published a complete catalogue of his works.

Ernst died on April 1, 1976, in Paris, France and was interred there in the Père Lachaise Cemetery.


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